… uma idéia, um desejo, uma vontade de mudar, aquela fome repentina. E há quem ignore a importância do Nada em nossas vidas. Na verdade, de alguma forma inexplicável, ele acabou sendo associado a uma negação – Nada virou apenas um antônimo de todas as outras coisas. Mas essa sua universalidade deveria ser vista justamente como a prova de que ele não representa, necessariamente, um vazio relacionado à falta de algo. O Nada é fértil. Ele origina, gera, cria. Tudo o que não existe pode passar a existir a partir do vazio. E, quando existe, ocupa o seu lugar de direito no Nada.
Putz… acho que, do nada, comecei um blog.
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